Campanha Tropas Polares- O destino de Sel-Mai (por Ironlich)

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Campanha Tropas Polares- O destino de Sel-Mai (por Ironlich)

Postby MarcoVasco » 28 Oct 2010, 13:42

O Destino de Sel-Mai (por Ironlich);

No Princípio havia o Verbo. E o Verbo estava em Deus. E o Verbo era Deus.

[flashforward]

Quando Ulthuan fora formada, uma seção do complexo arquipélago desse subcontinente foi arremessado pelos movimentos tectônicos para o norte. Essa nova ilha, com seus próprios pequenos arquipélagos foi, curiosamente, primeiramente colonizada por anões fugidos das invasões demoníacas no Velho Mundo. Esse clã, segundo alguns exilado, se estabeleceu na grande montanha coração da ilha, e construiu as mansões de Gharzal Mufdur. Essa cidadela subterrânea foi o único estabelecimento civilizado do arquipelago, o que fez os anões felizes prosperarem em seu exílio voluntário, longe das guerras e rotas comerciais.

Em cerca de 450 anos depois, uma frota de um Príncipe Alto-Elfo desgraçado por ter sido surrado por Elfos Negros, e teve boa parte de sua família assassinada, ou pior, capturada, fugiu com sua vergonha e seus fiéis guerreiros para a ilha. Acreditando estarem descobrindo uma terra incógnita, assentaram-se em suas praias e construíram seus acampamentos em paz. Os anões de Gharzal Mufdur esconderam-se desses novos habitantes, a princípio, por mais meio milênio. Quando o novo rei anão emergiu após a morte do anterior, descobria-se uma ilha povoada por Altos-Elfos, com seus magos, suas cidades e torres altíssimas.

O primeiro contato entre ambos os grupos foi amigável. Isolados de suas respectivas sociedades engajadas na Guerra da Barba, o clã anão e o reino élfico traçaram uma convivência de cooperação.

Essa cooperação de trocas comerciais e amizade entre os grupos culminou quando descobriu-se um enorme depósito milenar de Warpstone enterrado nas profundezas da montanha que abrigava Gharzal Mufdur. Os anões, temerosos, decidiram consultar seus amigos elfos, conhecedores das artes mágicas. Dentre eles, um mago poderoso cujo nome se perdeu nas areias do tempo, decidiu extrair tal Warpstone e buscar uma maneira de neutralizá-la para que seus amigos anões não tivessem de abandonar suas mansões ancestrais.

Cria-se então um grande mecanismo, fruto da colaboração dos magos élficos e engenheiros anões, uma máquina geradora de energia que suga a irradiação desse depósito colossal de Warpstone, tornando-o um mineral fosforecente, mas inofensivo.

Mais 300 anos se passam, até que a desgraça ocorre. Sem ser percebida, uma falha no mecanismo faz com que energia dessa Warpstone flua para fora, através dos céus. Essa energia torna-se um imã para as forças celestiais, e um cometa colossal é arremessado pelo etéreo na montanha. Esse cometa, embora cause pouca destruição imediata, causa um terremoto que desregula o mecanismo, elevando seu índice de falha catastroficamente, fazendo que a Warpstone interaja com o magma subterrâneo. A montanha explode espetacularmente em um vulcão aterrador, cujo vômito magmático limpa toda vida da ilha em uma questão de horas.

E aí começa a campanha. Os elfos voltam pra Ulthuan e espalham a notícia, mas ninguém liga pra esses pés-rapados. Os anões registram isso e deixam pra mais tarde. E passasam se anos... e anos e anos, até que curiosos voltam a se interessar. Quando voltam a ilha tá naquele estado pós erupção - uma porção de construções destruídas, muita grama, e uns matagais...
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